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Lote 28 • 1º dia

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Leilão 69 - Leilão de Arte & Design

Roberto Magalhães

Rio de Janeiro, 1940

“Flores, 1994”.

Óleo s/ Tela
Ass. inf. Direito

“Existe uma organização geométrica do espaço e a alteração das leis da visão com a segurança de quem sabe exatamente o que pretende causar. Graças a esse controle é que Roberto Magalhães conseguiu, ao longo de 25 anos de trabalho, manter-se ao largo de uma filiação ou de uma identidade com uma tendência artística qualquer."                         (Casimiro Xavier de Mendonça)
Roberto Magalhães enfatiza sua proximidade com a experiência mística e com o esoterismo, na tentativa de aproximação entre arte, ciência e filosofia. A "arte esotérica", diz ele, além de realizada sob "inspiração verdadeira", acredita na existência de uma afinidade essencial entre formas e cores, visando projetar, por meio de imagens, "verdades eternas".
O trânsito permanente por diferentes técnicas (lápis de cor, bico-de-pena, aquarela, litografia, xilogravura e pintura a óleo) e um repertório temático particular dificultam sua localização em tendências ou escolas. De qualquer modo, os críticos falam em "experimentos surrealistas", próximos aos de Salvador Dalí, e em afinidades de sua obra com as composições simbólicas de Arcimboldo, com o imaginário infantil de Paul Klee e ainda com as "esculturas moles" de Claes Oldenburg. 
Em 1992, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), do Rio de Janeiro organizou uma retrospectiva dos 30 anos de produção do artista, a maior dedicada a sua obra.


100 x 80 cm

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