Giovanni Battista Felice Castagneto
1851-1900
Giovanni Battista Felice Castagneto nasceu em Gênova
(Itália) em 1851, onde exerceu a profissão
de marinheiro. Acompanhado de seu pai, em 1874, veio
para o Rio de Janeiro. Em 1878, matriculou-se nos cursos
de desenho figurado, desenho geométrico e matemática
na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, onde estudou
até 1884, tendo como professores Zeferino da
Costa e Victor Meirelles, entre outros. De 1882 a 1884
foi orientado por George Grimm e, quando este rompeu
com a Academia, o acompanhou na instalação
do seu ateliê ao ar livre na Praia de Boa Viagem,
em Niterói, e integrou o Grupo Grimm. Lecionou
desenho no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de
Janeiro e no Liceu de Niterói. Expôs individualmente
pela primeira vez no Rio de Janeiro, na Casa Vieitas,
em 1886. Viajou para a França em 1890, onde conheceu
o pintor Frédéric Montenard, que o aconselhou
a estudar com o marinhista François Nardi. Voltou
ao Brasil em 1893 e, no ano seguinte, inaugurou sua
exposição individual na Escola Nacional
de Belas Artes (Enba) com obras produzidas em Toulon,
França. Últimas mostras: São Paulo
SP - 30 Mestres da Pintura no Brasil, no Masp (2001)/
São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte
Brasileira, no Itaú Cultural (2001) / São
Paulo SP - Coleção Aldo Franco, na Pesp
(2001) / São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira:
40 anos, no Mabe (2001) / Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira
na Coleção Fadel: da inquietação
do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
(2002) / Brasília DF - Barão do Rio Branco:
sua obra e seu tempo, no Ministério das Relações
Exteriores. Palácio do Itamaraty (2002) / Niterói
RJ - Arte Brasileira sobre Papel: séculos XIX
e XX, no Solar do Jambeiro (2002). / São Paulo
SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel:
da inquietação do moderno à autonomia
da linguagem, no CCBB (2002) / São Paulo SP -
Imagem e Identidade: um olhar sobre a história
na coleção do Museu de Belas Artes, no
Instituto Cultural Banco Santos (2002) / Brasília
DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel:
da inquietação do moderno à autonomia
da linguagem, no CCBB (2003). Giovanni Battista Felice
Castagneto nasceu em Gênova (Itália) em
1851, onde exerceu a profissão de marinheiro.
Acompanhado de seu pai, em 1874, veio para o Rio de
Janeiro. Em 1878, matriculou-se nos cursos de desenho
figurado, desenho geométrico e matemática
na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, onde estudou
até 1884, tendo como professores Zeferino da
Costa e Victor Meirelles, entre outros. De 1882 a 1884
foi orientado por George Grimm e, quando este rompeu
com a Academia, o acompanhou na instalação
do seu ateliê ao ar livre na Praia de Boa Viagem,
em Niterói, e integrou o Grupo Grimm. Lecionou
desenho no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de
Janeiro e no Liceu de Niterói. Expôs individualmente
pela primeira vez no Rio de Janeiro, na Casa Vieitas,
em 1886. Viajou para a França em 1890, onde conheceu
o pintor Frédéric Montenard, que o aconselhou
a estudar com o marinhista François Nardi. Voltou
ao Brasil em 1893 e, no ano seguinte, inaugurou sua
exposição individual na Escola Nacional
de Belas Artes (Enba) com obras produzidas em Toulon,
França. Últimas mostras: São Paulo
SP - 30 Mestres da Pintura no Brasil, no Masp (2001)/
São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte
Brasileira, no Itaú Cultural (2001) / São
Paulo SP - Coleção Aldo Franco, na Pesp
(2001) / São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira:
40 anos, no Mabe (2001) / Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira
na Coleção Fadel: da inquietação
do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB
(2002) / Brasília DF - Barão do Rio Branco:
sua obra e seu tempo, no Ministério das Relações
Exteriores. Palácio do Itamaraty (2002) / Niterói
RJ - Arte Brasileira sobre Papel: séculos XIX
e XX, no Solar do Jambeiro (2002). / São Paulo
SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel:
da inquietação do moderno à autonomia
da linguagem, no CCBB (2002) / São Paulo SP -
Imagem e Identidade: um olhar sobre a história
na coleção do Museu de Belas Artes, no
Instituto Cultural Banco Santos (2002) / Brasília
DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel:
da inquietação do moderno à autonomia
da linguagem, no CCBB (2003).
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