Franz Krajcberg
Frans Krajcberg nasceu na Polônia. Em 1948, imigrou
para o Brasil, fixando residência em São
Paulo. Entretanto, já havia estudado engenharia
e artes na Universidade de Leningrado e, após
a II Guerra Mundial, mudou-se para a Alemanha, para
estudar na Academia de Belas Artes de Stuttgart, com
Willy Baumeister. Sua primeira grande exposição
ocorreu em 1951, quando participou da 1ª Bienal
Internacional de São Paulo. Depois, muda-se para
o Paraná, onde trabalhou como engenheiro de uma
fábrica de papel, porém abandonou o emprego
e se isolou na floresta para dedicar-se a pintura. Depois
disso, em 1956, foi para o Rio de Janeiro e dividiu
ateliê com o escultor Franz Weissmann. De 1958
a 63, alternou residência entre Paris, Ibiza e
Rio de Janeiro. Em 1964, fixou seu ateliê em Cata
Branca, próximo ao Pico do Itabirito, em Minas
Gerais. Nesse espaço, produziu suas primeiras
esculturas com troncos de árvores mortas. Viajou
seguidas vezes para a Amazônia e para o Pantanal
Mato-Grossense, fotografou e documentou os desmatamentos,
recolheu materiais para suas obras, como raízes
e troncos calcinados. Em 1978, durante viagem pelo Rio
Negro, criou com Pierre Restany e Sepp Baendereck o
Manifesto do Naturalismo Integral ou Manifesto do Rio
Negro. Últimas mostras: Rio de Janeiro RJ - Nas
Trilhas da Grande Mãe: novas imagens da vida
e da morte, na Casa França-Brasil/ Curitiba PR
- A Revolta, no Museu Metropolitano de Arte e no Jardim
Botânico (1995)/ Paris (França) - Moment
d’Ailleurs: photographies de Frans Krajcberg,
no Parc de la Villete (1996)/ Seul (Coréia do
Sul) - Imagens da Revolta (1998).
Trata-se sem dúvida alguma de um dos maiores artistas plásticos ainda vivo, deste planeta. Sua obra é reconhecida nos 04 cantos do mundo com museus permanentes em Paris e outras localidades.
Seus trabalhos quando vão a leilões mesmo internacionais são muito
disputados e alcançam altos valores.
VOLTAR
|