Ettore Federighi
1909-1979
No começo decorava alpendres e produzia decorações
nas paredes das residências, Autodidata até
então, veio para São Paulo e começou
a concorrer aos salões da Associação
Paulista de Belas Artes, Salão Municipal - RJ
e outros do interior de São Paulo. Distinguindo
e respeitado por críticos e colecionadores como
um dos maiores pintores de naturezas-mortas do país,
entre seus trabalhos distinguiam-se, como especialidades,
as cebolas, as mangas e as uvas. Sua primeira exposição
no país deu-se em 1947, na Biblioteca Municipal
de Marilia - SP; e na Europa em 1968, quando produziu
mostra na Galeria de Arte La Lucena, em Nápoles
- Itália, e logo em seguida em Roma. Expôs
ainda em Belo Horizonte em 1973. Introspectivo, boêmio,
apreciava muito a visita de colecionadores em seu ateliê
para uma boa conversa. Prêmios: em 1957, Pequena
Medalha de Prata no Salão Paulista de Belas Artes
e Pequena Medalha de Bronze no Salão Paulista
de Belas Artes; em 1961, Prêmio Aquisição
no XXIII Salão Paulista de Belas Artes, Prêmio
Aquisição no XXIV Salão Paulista
de Belas Artes, Medalha de Bronze no Salão Nacional
do Rio de Janeiro - RJ, Grande Medalha de Bronze na
Associação Paulista de Belas Artes, Prêmio
Aquisição de Belas Artes e Prêmio
Aquisição no XXV Salão Paulista
de Belas Artes; 1963, II Prêmio no Salão
Paulista de Belas Artes e Grande Medalha de Prata na
XXII Exposição Coletiva do SPBA; em 1964,
Prêmio Aquisição na XXIII Exposição
Coletiva do SPBA; em 1967, Pequena Medalha de Ouro no
XXXII SPBA; em 1969, Prêmio Aquisição
no VII Salão Municipal de Belas Artes e II Prêmio
Conselho Estadual da Cultura SPBA; em 1970, II Prêmio
Conselho Estadual da Cultura SPBA; em 1972, Medalha
de Prata no XI Salão Municipal de Belas Artes
e Grande Medalha de Ouro no XXXVII SPBA; em 1974, Prêmio
Prefeitura de São Paulo no XXXIV SPBA; em 1975,
Medalha de Prata no I Salão de Verão -
SP; em 1976, Prêmio Banco Boa Vista no XL Salão
Paulista de Belas Artes.
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